Para onde vão os guarda-chuvas
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Para Onde Vão os Guarda-chuvas

Obra distinguida com o Prémio Autores para Melhor Livro de Ficção Narrativa, atribuído pela SPA em 2014.

Finalista do Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores (APE) 2013 e do Prémio Literário Fernando Namora 2013.

Direitos vendidos para: Colômbia, língua árabe.

O pano de fundo deste romance é um Oriente efabulado, baseado no que pensamos que foi o seu passado e acreditamos ser o seu presente, com tudo o que esse Oriente tem de mágico, de diferente e de perverso.

Conta a história de um homem que ambiciona ser invisível, de uma criança que gostaria de voar como um avião, de uma mulher que quer casar com um homem de olhos azuis, de um poeta profundamente mudo, de um general russo que é uma espécie de galo de luta, de uma mulher cujos cabelos fogem de uma gaiola, de um indiano apaixonado e de um rapaz que tem o universo inteiro dentro da boca.

Um magnífico romance que abre com uma história ilustrada para crianças que já não acreditam no Pai Natal e se desdobra numa sublime tapeçaria de vidas, tecida com os fios e as cores das coisas que encontramos, perdemos e esperamos reencontrar.

«O escritor está agora no auge das suas capacidades narrativas e serve-se delas para criar um Oriente inventado, onde a histórias brotam debaixo das pedras e se entrelaçam com extraordinária coesão.» | José Mário Silva, Expresso.

«Para Onde Vão os Guarda-Chuvas é o ponto mais alto da capacidade narrativa e de efabulação de Afonso Cruz. [...] O que poderia não passar de um exercício de demonstração de sabedoria é um livro cheio de humanidade, muitas vezes brutal, e de um apurado sentido estético. Magnético.» | Isabel Lucas, Público.

«Para Onde Vão os Guarda-Chuvas (Alfaguara) é um dos mais belos livros que li nos últimos anos. [...] Pode ser este “O” Livro que preservará as ideias do escritor. O Tempo o dirá. [...] Por agora, pode-se afirmar que Para Onde Vão os Guarda-Chuvas alimenta a crença no poder redentor da Literatura. Já não é pouco.» | Mário Rufino, Diário Digital.

«Todos estes ingredientes formam um prato absolutamente encantador, cuja escrita maravilhosamente encantada de Afonso Cruz nos deixa entregues a um dos mais deliciosos livros publicados em Portugal nos últimos anos e que tem, na metafórica visão estratégica de um jogo de xadrez, uma lição de vida, de comportamento e de existência.» | Carlos Eugénio Augusto, Rua de Baixo.

«É o universo de um artista completo, com um pé na ilustração, outro na música e as duas mãos na literatura.» | O Jogo.

«Afonso Cruz é um jovem e está cheio de pressa. Traz livros carregados de maravilhas. Este tem uma capa linda, um título curioso, uma excelente encadernação, ilustrações fantásticas e umas centenas de páginas de uma das mais originais vozes portuguesas da actualidade. Ninguém pode aguardar assim carregado.» | Bruno Carriço, Fragmagens.

«Encontramos em Para Onde Vão os Guarda-Chuvas uma escrita brilhante e tremendamente imaginativa caracterizada por uma beleza delicada bem como por um  forte pendor filosófico que deslumbra e encanta.» | Renata Carvalho, Roda dos Livros.

Editora: Alfaguara (2013)
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