Os Livros Que Devoraram o Meu Pai
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Os Livros Que Devoraram o Meu Pai

Livro distinguido com o Prémio Literário Maria Rosa Colaço, 2009 e Finalista do Prémio FUndação Cuatro Gatos 2016.

Direitos vendidos para: América Latina, Brasil, Canadá, Espanha, França, Itália, Macedónia e Sérvia.

Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo.

Esta é a sua verdadeira história — contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras.

«Uma novela limpa e com charme» | Luís M. Faria, Expresso.

«Talvez seja apressado comparar Cruz com Exupéry, principalmente porque em Elias Bonfim não há a ingenuidade comovente do Pequeno Príncipe. Mas o fato é que este fabuloso romance curto, que abre questões que nos fazem estremecer, faz lembrar, na verdade, de uma maneira imediata e simples, por que motivo existem a leitura e a literatura.» | Blic (jornal diário sérvio).

«Também fomos devorados. Por pouco não conseguíamos regressar a este mundo, o que está fora da literatura. Quando voltámos, tínhamos água nos olhos.» | Rita Pimenta, Letra Pequena.

«Com uma escrita elegante, fluente e com grande capacidade de provocar imagens (ou não tivesse o autor obra feita no campo da ilustração), a evidente transversalidade do seu público apenas prova que “um bom livro deve ter mais do que uma pele, deve ser um prédio de vários andares. O rés-do-chão não serve à literatura.» | Carla Maia de Almeida, Notícias Sábado.

«O livro de Afonso Cruz está para um leitor como uma loja de doces está para uma criança.» | Mário Rufino, PNET Literatura.

«Não preciso de o abrir [Os Livros que Devoraram o Meu Pai] para o sentir. Faz parte de mim, cresci com Elias.» | Bruno Carriço, Grama.

«Com este livro, com esta surpresa, Afonso Cruz consegue despertar o interesse para o que resta da sua obra.» | Bruno Carriço, Fragmagens.

«Os Livros Que Devoraram Meu Pai é um livro para quem ama a Literatura.» | Rafael Kalebe, O Espanador.

«Um livro que pode parecer juvenil, mas que deixa profundas pistas para reflexão aos mais adultos.» | Carlos Faria, Geocrusoe.

«Extraordinário. Encantador. Enternecedor.» | Vasco Ricardo, Crónicas de Uma Leitora.

«[U]ma obra maravilhosa, extraordinária.» | Morrighan.

«Um livro muito bom, que devoramos num ápice, completamente absorvidos pelo folhear das páginas sem darmos conta deste facto.» | Folhas do Mundo.

Editora: Editorial Caminho (2010)
Comprar: Wook