Os Livros Que Devoraram o Meu Pai
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Os Livros Que Devoraram o Meu Pai

Prémio Literário Maria Rosa Colaço 2009; finalista do Prémio Fundação Cuatro Gatos 2016.

Direitos vendidos para: Brasil (LeYa Brasil), Bulgária (Prozoretz), Espanha (Blackie Books), Itália (Officina Libraria), língua espanhola (Panamericana) — Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Equador, Estados Unidos, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, Uruguai, Venezuela —, língua francesa (Les Allusifs), Macedónia (Congress Service Centre), Sérvia (Kreativni Centar).

Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo.

Esta é a sua verdadeira história — contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras.

«Uma novela limpa e com charme» | Luís M. Faria, Expresso.

«Talvez seja apressado comparar Cruz com Exupéry, principalmente porque em Elias Bonfim não há a ingenuidade comovente do Pequeno Príncipe. Mas o fato é que este fabuloso romance curto, que abre questões que nos fazem estremecer, faz lembrar, na verdade, de uma maneira imediata e simples, por que motivo existem a leitura e a literatura.» | Blic (jornal diário sérvio).

«Também fomos devorados. Por pouco não conseguíamos regressar a este mundo, o que está fora da literatura. Quando voltámos, tínhamos água nos olhos.» | Rita Pimenta, Letra Pequena.

«Com uma escrita elegante, fluente e com grande capacidade de provocar imagens (ou não tivesse o autor obra feita no campo da ilustração), a evidente transversalidade do seu público apenas prova que “um bom livro deve ter mais do que uma pele, deve ser um prédio de vários andares. O rés-do-chão não serve à literatura.» | Carla Maia de Almeida, Notícias Sábado.

«O livro de Afonso Cruz está para um leitor como uma loja de doces está para uma criança.» | Mário Rufino, PNET Literatura.

«Não preciso de o abrir [Os Livros que Devoraram o Meu Pai] para o sentir. Faz parte de mim, cresci com Elias.» | Bruno Carriço, Grama.

«Com este livro, com esta surpresa, Afonso Cruz consegue despertar o interesse para o que resta da sua obra.» | Bruno Carriço, Fragmagens.

«Os Livros Que Devoraram Meu Pai é um livro para quem ama a Literatura.» | Rafael Kalebe, O Espanador.

«Um livro que pode parecer juvenil, mas que deixa profundas pistas para reflexão aos mais adultos.» | Carlos Faria, Geocrusoe.

«Extraordinário. Encantador. Enternecedor.» | Vasco Ricardo, Crónicas de Uma Leitora.

«[U]ma obra maravilhosa, extraordinária.» | Morrighan.

«Um livro muito bom, que devoramos num ápice, completamente absorvidos pelo folhear das páginas sem darmos conta deste facto.» | Folhas do Mundo.

Editora: Editorial Caminho (2010)
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