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Enciclopédia da Estória Universal

Livro distinguido com o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, APE/Câmara Municipal de Famalicão, 2009.

Direitos vendidos para: Colômbia.

Este é um livro de factos – e de ficções, burlas, citações – esquecidos ou ignorados pela História e encruzilhados uns nos outros em forma de labirinto. Um espaço entre mordomos coronéis, metáfora, mentiras, assassínios, deuses duplos, cabalistas fabulosos, ascetas hindus e narrativas absolutamente orientais.

«[...] é uma pequena maravilha de invenção e escrita. [...] Culto, borgesiano e extremamente divertido e sagaz, este é um excelente livro para ler na hora e meia que temos de vez em quando – e para reler, reler, reler…» | Maria do Rosário Pedreira, Horas Extraordinárias.

«Em Enciclopédia da Estória Universal (Lisboa: Quetzal, 2009), o resultado deste trabalho criativo – que se distingue por uma escrita segura e por uma estrutura de algum modo original – é, quase sempre, uma inteligente, divertida e labiríntica paródia da história da cultura humanística e científica, que, no entanto, deixa entrever um discurso crítico cujo alvo é por vezes o presente (o neo-liberalismo, a desigualdade social, a justiça de classe…), desmontando certas dimensões do chamado pensamento único e pondo a nu as mais retorcidas facetas da existência humana.» | José António Gomes, A inocência descompensada.

«Com a sua inabalável lógica interna e os seus requintes estilísticos, estaEnciclopédia da Estória Universal é para mim o mais divertido, surpreendente e estimulante dos livros de ficção publicados este ano por autores portugueses.» | José Mário Silva, LER.

«[...] é uma reunião de ficções, curiosidades, pensamentos morais e filosóficos, parábolas, provérbios orientais, mitos e leituras. Tudo misturado de forma a deixar o leitor num permanente engano, dividido entre o que é facto ou ficção, que pensadores são verdadeiramente citados ou mero fruto da enorme criatividade do escritor.» | Ana Dias Ferreira, Time Out.

«This (all-too-short) collection of pithy vignettes, ironic aphorisms and quotes from “books that rarely exist” by writer, illustrator and musician Afonso Cruz is one of the best Portuguese-language books to have been released in 2009, a twisting maze of golems, giants, heretics, kabbalists, humble nabobs and the nature of opposites, determinism and DNA. While not exactly an original concept, Afonso Cruz braves this labyrinth without flinching in the shadow of his main influences, Jorge Luis Borges and Milorad Pavic, and I was happy to follow the trail of breadcrumbs he leaves behind.» | Locus Magazine.

Editora: Quetzal Editores (2009)
Comprar: Wook