Contracorpo
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Contracorpo

Uma mulher fica viúva com dois filhos. Alguns anos depois da morte do marido, a vida não se refez e o filho mais velho, agora adolescente, cresce contra a mãe, num silêncio obstinado que só quebra nas histórias que se conta para adormecer e nos desenhos que faz de forma compulsiva. Com o anúncio do chumbo escolar, a mãe decide, sem grandes reflexões, fazer uma viagem com este filho, deixando o pequeno com os avós.

Não se trata de uma viagem com destino, mas antes uma procura.

Contracorpo é um livro contra o silêncio e sobre o silêncio. É uma história de procura de identidades distintas — da mulher e do quase-homem — e ainda de descobertas.

Uma mãe nunca é o que se espera. Um filho é sempre uma surpresa. O encontro dá-se enquanto procuram caminhos, de Lisboa a Roma, num jogo de claro-escuro. Como se tudo fosse uma imagem.

«Contracorpo é também o melhor dos livros de Patrícia Reis.» | Isabel Lucas, Público.

«[...] Contracorpo revela uma maturidade e um desembaraço narrativo que, arrisco dizê-lo, deixa a perder de vista os seus pares mais premiados.» | Eduardo Pitta, Da Literatura.

«Até hoje, não tinha havido um romance assim em Portugal, que tivesse levado a adolescência tão a sério. [...] Ficamos a aguardar o próximo livro de Patrícia Reis, uma escritora que, como se costuma dizer, tem subido a pulso a estrada da literatura e desde O Silêncio de Deus (2008) merece fidelidade por parte dos leitores e, indubitavelmente, um prémio literário.» | Miguel Real, PNET Literatura.

«Contracorpo é um mapa, onde a mulher se reencontra, a mãe resgata o filho, e o filho se reaproxima da mãe. O amor e o perdão são os destinos desta viagem escrita por Patrícia Reis.» | Mário Rufino, P3.

«Contracorpo, sexto romance de Patrícia Reis, é um livro marcante, aparentemente sobre a morte, mas no fundo sobre a recuperação, sobre quem sobrevive à morte [...].» | Ricardo Soares, A Voz de Ermesinde.

«Gostei de ler este livro. Senti-me em casa.» | Cristina Delgado, O tempo entre os meus livros.

«Contracorpo  fala-nos das relações. Das relações que temos na nossa vida e da forma como lidamos com elas. Essa obra levou-me constantemente à reflexão. Adorei [...].» | Paula Teixeira, Viajar pela Leitura.

«Neste romance tudo flui de forma escorreita, ritmada, sensível e impressionantemente verosímil.» | Renata Carvalho, Roda dos Livros.

«Contracorpo é um livro marcante.» | Márcia Balsas, Planeta Márcia.

Editora: Publicações Dom Quixote (2013)
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