A Boneca de Kokoschka
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A Boneca de Kokoschka

Obra distinguida com o Prémio da União Europeia para a Literatura, 2012.

Direitos vendidos para: Bulgária (Prosoretz), Croácia (Naklada Ljevak), Colômbia (Panamericana), Espanha (Rayo Verde Editorial), Itália (La Nuova Frontiera), Hungria (Typotex), Macedónia (Congress Service Centre), Polónia (Wydawnictwo Nisza), República Checa (Argo), Sérvia (Geopoetika), Turquia (Tekin Publishing House).

O pintor Oskar Kokoschka estava tão apaixonado por Alma Mahler que, quando a relação acabou, mandou construir uma boneca, de tamanho real, com todos os pormenores da sua amada. A carta à fabricante de marionetas, que era acompanhada de vários desenhos com indicações para o seu fabrico, incluía quais as rugas da pele que ele achava imprescindíveis.

Kokoschka, longe de esconder a sua paixão, passeava a boneca pela cidade e levava-a à ópera. Mas um dia, farto dela, partiu-lhe uma garrafa de vinho tinto na cabeça e a boneca foi para o lixo. Foi a partir daí que ela se tornou fundamental para o destino de várias pessoas que sobreviveram às quatro toneladas de bombas que caíram em Dresden durante a Segunda Guerra Mundial.

«A Boneca de Kokoschka é uma espécie de livro-jogo, recomendável pela sua feição imaginativa e lúdica, não obstante a quantidade de paixões tristes que conta.» | Pedro Mexia, Ípsilon, suplemento jornal Público.

«Imaginativo, irónico, intuitivo, este romance de Afonso Cruz é uma espécie de puzzle sobre a vida e o ser humano. [...] mais do que uma confirmação, Afonso Cruz devém aqui uma exigência para quem deseje, desde já, não perder o rumo ao futuro das letras nacionais.» | Pedro Teixeira Neves, PNETliteratura.

«Como um mestre joalheiro, Afonso Cruz conseguiu em A Boneca de Kokoschka uma peça de arte e a proeza de, em cada página, nos oferecer pérolas perfeitas.» | Pedro Justino Alves, Diário Digital.

[Uma estrutura] «magnífica de inventividade estética». | Miguel Real, Jornal de Letras, Artes e Ideias.

«Imprevisível, com uma linguagem muito rica, cheia de jogos de palavras, metáforas interessantes, sensibilidade e diversidade de histórias, estilos… Fantástico.» | K de Livro.

«[O] que verdadeiramente distingue Cruz, para além de usar assumidamente citações inventadas no meio de outras bem atribuídas, é a forma como consegue aliar um pensamento filosófico a uma escrita surpreendente e cheia de imagens.» | Ana Dias Ferreira, Time Out.

«A Boneca de Kokoschka é, à semelhança das bonecas russas baptizadas de matrioskas, um livro dentro de um livro; narrativas dispersas que se cruzam, afastam e abraçam até que a vida se transforme em literatura ou, de outra forma, até que a literatura seja o que a vida deveria ter sido, fazendo da linguagem – e da capacidade de contar histórias – uma merecida homenagem e, também, um pedido de desculpas.» | Pedro Miguel Silva, Rua de Baixo.

«Eliminem as vossas reservas e rendam-se à obra de arte que é A Boneca de Kokoschka.» | Morrighan.

«Um excelente romance onde é bom perdermo-nos na sua teia labiríntica e deixarmo-nos conduzir pela mão do escritor que inteligentemente brinca e nos leva à saída.» | Carlos Faria, Geocrusoe.

«Com A Boneca de Kokoschka percebi que me encontro perante textos que honram a melhor tradição de bem escrever em português, histórias com a nossa maneira de ser dentro, mesmo quando têm outras paragens como cenário.» | 100 Mil Insurrectos.

«Um delirante e muito sensato exercício da imaginação e do virtuosismo em volta da relação fun(da)cional entre o Eu e o Outro.» | Eugenio Fuentes, La Nueva España.

«Fez-me lembrar do Dicionário dos Khazars, de Milorad Pavić, e de Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez.» | Jana Beňová, Denník (Eslováquia)

Editora: Quetzal Editores (2010)
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