O Fotógrafo e a Rapariga
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Mário Cláudio em entrevista ao Público

No âmbito do seu mais recente livro, O Fotógrafo e a Rapariga, o autor Bookoffice Mário Cláudio deu uma entrevista ao jornal Público.

«Houve uma vez um crítico, que eu respeito muito, e que disse, a propósito de um romance meu, que não havia grande coerência nas coisas que eu escrevia. Foi a maior afronta que me puderam fazer, porque a coerência é, realmente, o valor por que eu tenho lutado mais ao longo do tempo. E há, de facto, um encadeamento de situações em tudo aquilo que eu faço. Provavelmente, o número três será identificativo desse encadeamento. Se as pessoas pensarem em tríades, provavelmente encontrarão esse encadeamento de uma forma mais visível. Mas eu não posso abandonar a ideia de que tudo aquilo que eu faço tem um passado e, eventualmente, um futuro.» A entrevista completa aqui.