Os guarda chuvas cintilantes (2)
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Os Guarda-Chuvas Cintilantes

Os Guarda-Chuvas Cintilantes é um diário ficcional e heterodoxo, em que, ao contrário do que acontece com os diários tradicionais, o eu e o tempo são postos em causa: numa perspectiva lúdica e fantástica, existem vários eus (várias perspectivas) possíveis, e o tempo é não linear e arbitrário.

Os Guarda-Chuvas Cintilantes inaugura a série dos Cadernos, da qual o 2.º volume é As Águas Livres (2013).

Publicado pela primeira vez em 1984.

«Há uma fala que se insurge contra o condicionamento do próprio processo literário, rompendo com as formas convencionais impostas à escrita. O diário se oferece como uma insólita prática de linguagem, imprimindo à escrita o ritmo vertiginoso do realismo fantástico e das imagens surrealistas.» | Maria Heloísa Martins Dias, Letras & Letras.

«Os Guarda-Chuvas Cintilantes é a obra mais revolucionária de Teolinda Gersão.» | Álvaro Cardoso Gomes, A Voz Itinerante.

«A dimensão simbólica oscila entre um sentido lúdico e um sentido fantástico, mas também incide sobre o domínio sobrenatural das coisas e dos seres. Ultrapassar fronteiras de territórios mentais aparentemente incomunicáveis é operação que constantemente se pratica neste livro.» | Maria Alzira Seixo, A Palavra do Romance.

Editora: Sextante Editora (2014 (2.ª edição: 1997))
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