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O Papel e o Píxel. Do impresso ao digital: continuidades e transformações

Direitos vendidos para: Brasil, Espanha.

A obra é um panorama muito atualizado dos desafios que enfrentam a edição, a autoria e a leitura, em todos os seus espaços de produção e realização, desde as condições sociais das práticas de leitura e escrita, as bases socioeconómicas do mundo da edição impressa e digital, as transformações nas formas de preservar, distribuir e obter acesso a conhecimentos na chamada sociedade da informação, quanto às práticas sociais de construção do conhecimento, de novas sociabilidades e das subjetividades, onde também se apontam os problemas, dificuldades e potencialidades que se abrem no contemporâneo, com as suas géneses e perspetivas futuras.

«Um panorama muito actualizado dos desafios que enfrentam a edição, a autoria e a leitura, em todos os seus espaços de produção e realização.» | Aníbal Bragança, prefácio da edição brasileira.

«Com O Papel e o Píxel, José Afonso Furtado vem pôr ordem na desordem da leitura.» | Isabel Coutinho, Público.

«Pautada por grande rigor e actualidade e levando a cabo uma verdadeira revisão da literatura mais relevante, o leitor tem acesso, com esta obra, a um panorama completo das questões que hoje se levantam relativamente ao livro e à sua reconceptualização no mundo digital, bem como às transformações cognitivas e sociais produzidas pela presença cada vez mais estruturante da tecnologia na reconfiguração do universo editorial.» Paulo Leitão, Cadernos BAD.

«Cuestiones algo complicadas éstas a las que Furtado trata de poner un poco de claridad y orden desde el momento presente. Un valioso recorrido por el “ahora” del libro, avance de posibles lecturas y de posibles horizontes donde reconocerse lector. Quizá otro lector.» | José Antonio Vázquez, Dosdoce.

Editora: Ariadne Editores (2007)
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