O luto de Elias Gro
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O Luto de Elias Gro

Direitos vendidos para: Espanha (Volcano Libros).

Numa pequena ilha perdida no Atlântico, um homem procura a solidão e o esquecimento, mas acaba por encontrar muito mais. A ilha alberga criaturas singulares: um padre sonhador, de nome Elias Gro; uma menina de onze anos perita em anatomia; Alma, uma senhora com um coração maior do que a ilha; Norbert, um velho louco que tem por hábito vaguear na noite; e o fantasma de um escritor, cuja casa foi engolida pelo mar.

O narrador, lacerado pelo passado, luta com os seus demónios no local que escolheu para se isolar: um farol abandonado, à mercê dos caprichos da Natureza — e dos outros habitantes da ilha. Com o vagar com que mudam as estações, o homem vai, passo a passo, emergindo do seu esconderijo, fazendo o seu luto, e descobrindo, numa travessia de alegria e dor, a medida certa do amor. O Luto de Elias Gro é o romance mais atmosférico e intimista de João Tordo, um mergulho na alma humana, no que ela tem de mais obscuro e luminoso.

«Uma das melhores vozes da ficção portuguesa» | Francisco José Viegas,Correio da Manhã.

«[...] uma viragem na narrativa, sobrepondo a densidade dos personagens e das suas múltiplas histórias ao suspense da resolução de um mistério.» | Sara Otto Coelho, Observador

«João Tordo interroga-se, usando as possibilidades da ficção, sobre o que será da personalidade quando se perde algo ou alguém essencial.»  | Mário Rufino, Diário Digital

«o melhor romance de Tordo» | José Mário Silva, Expresso «Este é um livro sem acção, o que decerto surpreenderá muitos dos leitores de Tordo (e mais surpreendidos ficarão por, ainda assim, se descobrirem igualmente agarrados da primeira à última página).» | José Mário Silva, Expresso «uma escrita mais vibrante, capaz de momentos de grande intensidade expressiva ou de inesperado lirismo.» | José Mário Silva, Expresso «João Tordo volta a oferecer-nos uma poderosa voz narrativa feminina.» | José Mário Silva, Expresso

«O Luto de Elias Gro há-de guardar lugar próprio e intransmissível entre as melhores obras da Literatura Portuguesa contemporânea» | João Gobern, Diário de Notícias

«Um retrato íntimo da mortalidade.» | Isabel Lucas, Público

Editora: Companhia das Letras (2015)
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