Nao es tu, Sou eu
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Não És tu, Sou eu

Um galã português é gentil para o amor. Amansa-o, promove-o e prova-o. Às vezes, também o afaga. Fernando Alvim sabe da missa a metade no que toca a questões amorosas. Sempre foi assim, sempre o será.

O romance, com ele, não tem segredos. E como ele é alma boa, toca a partilhar. Desde criança que esse foi o seu dom. As mulheres, em Portugal e, especialmente, em Itália e no Burkina Faso, contam com a sua sabedoria. E nesse dom há um aparato naturalista que exalta a rapaziada. Qualquer homem conta com o Alvim para ir longe no amor. E Fernando Alvim, verdade seja dita foi já longe demais, o que nestas coisas significa pepita de ouro.

Mas tratar por tu o amor não é para todos. Por isso, este conjunto de reflexões tem um valor sintomático para uma geração. A geração que cresceu e ainda está a crescer com Fernando Alvim. Este comunicador nato é exímio nas palavras quando quer descrever o tal fogo que arde sem se ver. Por isso, sentimo-nos perto. Perto dessa quimera literária que almeja o inalcançável: relatar o pudor do coração apaixonado. Por estas e por outras, Fernando Alvim encontra-se bem alto no panteão daqueles que ousaram escancarar o estado da paixão. Um dia, talvez quando este livro estiver nas vossas mãos, vamos olhar para ele como um romântico incurável. Assim é Fernando Alvim. Por acaso, também reputado especialista de hortofloricultura, futebol americano e do índice Dow Jones.

Editora: Cego, Surdo e Mudo (2012)
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