Capa.Minimal Existencial.Paulo Tavares.2010JPG
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Minimal Existencial

«Comecemos por observar que Paulo Tavares constitui uma das mais interessantes “estrelas prematuras” em que as Quasi se especializaram. [...] Exacerbado ou não, o pendor expressionista desta escrita dá lugar a uma crueza e autoironia raras na poesia portuguesa mais recente:

“Agora, olhas-me/ com os mesmos gestos estáticos,/ enquanto o coração palpita noutro lugar/ e a boca vai soltando larvas e morcegos.// Podes dizer-me que morreste./ Os mortos entendem-se bem.” Algures entre a rutura e a evidência, temos sérias razões para acreditar que o grito deste poeta não é apenas mais um esgar retórico.» | Manuel de Freitas, Actual, suplemento jornal Expresso.

«Minimal Existencial é uma obra melancólica, de contornos nocturnos e citadinos e, sendo produto claro da consciência dos tempos, não cai numa “bílis negra” solipsista.» | Ricardo Marques, Colóquio de Letras.

Editora: Artefacto (2010)