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Memórias de Branca Dias

Com uma existência entre a História e a Lenda, considerada uma das matriarcas do Pernambuco, Branca Dias é, no século XVI, no Brasil, a primeira mulher portuguesa a praticar «esnoga», a primeira «mestra laica» de meninas e uma das primeiras «senhoras de engenho».

Oriunda de Viana do Castelo, denunciada pela mãe e pela irmã e presa pela Inquisição nos Estaus, em Lisboa, Branca Dias embarca para o Brasil com sete filhos, juntando-se ao marido, Diogo Fernandes. Com a primeira visitação do Santo Ofício ao Brasil, em finais do século XVI, filhos e netos de Branca Dias são presos sob a acusação de reconversão ao judaísmo e enviados para Lisboa, para onde terão seguido igualmente, presume-se, os ossos de Branca Dias, a fim de serem queimados no Rossio em auto-de-fé.

No presente romance, Branca Dias rememora a sua vida, da infância no Minho à velhice em Olinda, passando pela sua prisão em Lisboa e pelo martírio do povo miúdo português no Novo Mundo, evidenciando assim o lado popular do heroísmo quotidiano dos primeiros colonos portugueses no Brasil.

Este é o primeiro volume dos livros do «Ciclo do Brasil».

Editora: QuidNovi (2003)
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