Capa.Linhas de Hartmann.PauloTavares.2011
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Linhas de Hartmann

«Segundo o filósofo alemão Eduard von Hartmann, o pensamento lógico e a vontade ilógica emergem de um espírito inconsciente que anima o mundo.

Ora, no livro de Paulo Tavares o sujeito poético sofre o atrito de uma «civilização urbana» (!) e de um modo de vida que conduzem à anulação, enredado que está (estamos todos) nessas linhas inconscientes mas de bem concretas origens e motivações: este viver quotidiano que, quando não mói, mata.» | Vítor Silva Tavares

«O mundo fotografado pelo olhar crítico deste poeta denota uma das marcas mais interessantes desta poética: há aqui um mundo pessoal extremamente criativo e talvez seja em Paulo Tavares que melhor se evidenciam os fantasmas do século, a crise das narrativas que, nele, não é apenas a ressonância da leitura que possa ter feito de Lyotard ou Fukuyama, mas é um modo de dizer e de viver [...].» | António Carlos Cortez, Jornal de Letras, Artes e Ideias. 

«Ora, é nesta dúbia natureza − por um lado temos um monólogo, por outro lado uma paisagem − que Linhas de Hartmann se impõe como um dos melhores poemas portugueses do início deste século.» | Henrique Manuel Bento Fialho,  Antologia do Esquecimento.

Editora: &etc (2011)
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