Chamo-me… Garry Kasparov
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Chamo-me… Garry Kasparov

«Tal como em toda a antiga União Soviética, no Azerbaijão existe um amor quase divino por um jogo de tabuleiro, com 64 casas e 32 peças, que se disputa (normalmente) contra um adversário: uma modalidade na qual me tornei o melhor e mais importante jogador de todos os tempos.»

Editora: Didáctica Editora (2011)