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Boa Noite, Senhor Soares

Direitos vendidos para: Brasil, Hungria, Itália, Sérvia.

Um livro para os apaixonados por Fernando Pessoa e pelos seus heterónimos.

Trata-se de uma novela que retrata as experiências de um jovem aspirante a caixeiro, António Felício, que chega a Lisboa proveniente da província e se cruza com o tradutor liboeta Soares no escritório dirigido pelo senhor Vasques, estando omnipresentes as referências a personagens da obra O Livro do Desassossego, de Berrnardo Soares, um dos heterónimos de Fernando Pessoa.

«Mário Cláudio escolhe Bernardo Soares e publica uma impecável novela sobre a sociedade portuguesa em 1931.» | Pedro Mexia, Público.

«[...] é uma saudação a Fernando Pessoa, num passeio singelo por figuras comuns que o poeta feito prosador uma vezes invejava, outras amesquinhava.» | Dóris Graça Dias, revista LER.

«Um livro curto de leitura imparável. Um excelente exemplo da escrita depurada de Mário Cláudio.» | Isabel Lucas, Time Out.

«Evocação pessoana ou alegoria sobre a juventude, ou ambas, este livro é para ler, suavemente, da primeira à última página, sem parar.» | Emílio Rui Vilar, Jornal de Letras, Artes e Ideias.

«Boa Noite, Senhor Soares retoma o melhor das narrativas breves de Mário Cláudio, sobretudo as de Itinerários (1993), recriando a imensa sombra de Fernando Pessoa (em especial a de Pessoa-Bernardo Soares e do microcosmo do Livro do Desassossego), sempre em termos duma crónica lisboeta que oscila constantemente entre o familiar e o estranho.» | Álvaro Manuel Machado, Expresso.

Editora: Publicações Dom Quixote (2008)
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