As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia (2014)
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As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia

Furtado do espólio de Salazar aquando da invasão dos seus antigos aposentos no dia 25 de Abril de 1974, o manuscrito As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia, escrito nos últimos anos de vida e doado pela própria à Casa de Bragança, em Lisboa, através da mão do chefe do Estado Novo, foi recuperado em Sófia, na Bulgária, na Comemoração do Centenário da República, por Miguel Real, que foi incumbido de o depositar na Torre do Tombo.

Neste manuscrito, a Rainha D. Amélia retrata a sua vida em doze pequenos capítulos, um por cada mês do ano, organizados em quatro grandes partes, seguindo o ritmo das estações: da primavera, na infância, ao inverno triste da sua velhice. Um documento pungente, doloroso e comovente, fortemente crítico de Portugal e dos Portugueses, permanentemente iludidos pelas artimanhas das elites.

 

«Barroco, excessivo, por vezes com séries de cinco adjectivos, este caudaloso romance de Miguel Real retira desse desperdício apaixonado uma carga intensiva que de certo modo concorre para a grandeza ficcional do romance. (…) Resumindo, Miguel Real escreveu um grande romance, polémico, exaltante, por vezes irritante, algumas vezes poético, em suma, uma obra inesquecível.» | Urbano Tavares Rodrigues, Leituras Gulbenkian.

Editora: Leya Bis (2014)
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